Sempre me perguntam que IDE eu uso para programar em python. Sempre usei o Geany(recomendação do Douglas), pois precisava de algo apenas para interpretar e para organizar de forma simples o código. Porém, quando se começa a programar sistemas complexos, um auto-complete sempre ajuda, por isso corri para o Eclipse que é uma IDE que estou acostumado.
Para isso basta instalar o plugin pydev, indo em Help> Software Update e adicionando o site: http://pydev.org/updates . Depois disso é só clicar em instalar. No meu openSUSE eu tive um problema com a permissão do arquivo, então segui as instruções achadas aqui que são estes os comandos:
chown -R :users /usr/share/eclipse/
chmod -R g+w /usr/share/eclipse/
Pronto, agora é só correr para o abraço =)
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Curl
Há uma biblioteca livre muito interessante chamada CURL, ela possui módulos para várias linguagens de programação. Ela basicamente permite que você se conecte há um server por meio de ftp,http, https e alguns outros protocolos. Além disso ela tem funções muito simples para gerenciar os cookies/respostas do servidor.
Conheci essa lib, pois estava interessado em saber como um certo spammer enviou milhares de comentários há um site. Claro que conhecia o método no ajax, mas ele me pareceu tão deselegante que procurei alternativas.
Pensei em usar puramente sockets, mas me pareceu muito "trabalho" para uma função simples. Foi ai que o tio google me apresentou o curl.
Testei o curl com C,python e php, mas só vou explicar o que fiz no php que é uma linguagem que conheço melhor.
Primeiramente, instale-as bibliotecas do curl(curl + php5-curl, ou a biblioteca da sua linguagem favorita) no seu gnu/linux, no openSUSE eu instalei todas elas pelo zypper mesmo. Caso a sua distro não tenha ela no gerenciador de programas, vá no site oficial e baixe :D. Lembrando que no caso do php, depois de instalar é necessário reiniciar o apache, então dê o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart
Ok, curl devidamente instalado, é hora de brincar. A documentação do cURL para php é ótima e abrange praticamente todos os usos dele. O script mais básico para o nosso propósito está abaixo, ele envia uma solicitação via POST. Não é necessário ser um mestre de algoritmo para saber como os spammers enviam milhões de requisições =P.
O Mais interessante são as variações dos códigos, como é possível manipular cookies assim como navegadores, é possível usar a internet toda por ele.
Realmente é uma biblioteca completa e que vale o estudo. Mais para frente quando me aprofundar nela posto mais detalhes.
[]'s
Conheci essa lib, pois estava interessado em saber como um certo spammer enviou milhares de comentários há um site. Claro que conhecia o método no ajax, mas ele me pareceu tão deselegante que procurei alternativas.
Pensei em usar puramente sockets, mas me pareceu muito "trabalho" para uma função simples. Foi ai que o tio google me apresentou o curl.
Testei o curl com C,python e php, mas só vou explicar o que fiz no php que é uma linguagem que conheço melhor.
Primeiramente, instale-as bibliotecas do curl(curl + php5-curl, ou a biblioteca da sua linguagem favorita) no seu gnu/linux, no openSUSE eu instalei todas elas pelo zypper mesmo. Caso a sua distro não tenha ela no gerenciador de programas, vá no site oficial e baixe :D. Lembrando que no caso do php, depois de instalar é necessário reiniciar o apache, então dê o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart
Ok, curl devidamente instalado, é hora de brincar. A documentação do cURL para php é ótima e abrange praticamente todos os usos dele. O script mais básico para o nosso propósito está abaixo, ele envia uma solicitação via POST. Não é necessário ser um mestre de algoritmo para saber como os spammers enviam milhões de requisições =P.
O Mais interessante são as variações dos códigos, como é possível manipular cookies assim como navegadores, é possível usar a internet toda por ele.
Realmente é uma biblioteca completa e que vale o estudo. Mais para frente quando me aprofundar nela posto mais detalhes.
[]'s
sábado, 11 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Nada de atualizações diárias
Fonte: ubuntu-sp
Primeiro foi a utilização do Unity como padrão na versão 11.04, e um suposto fork do Gnome. Agora a notícia de “rolling release”.
Ultimamente tenho me assustado com a quantidade de bobagens que andam sendo ditas por ai sobre o Ubuntu, inclusive em canais de grandes grupos de comunicação. Os dois exemplos acima são ótimos: o primeiro se deu por puro desconhecimento sobre o funcionamento do Ubuntu e de seu ciclo de desenvolvimento (e até mesmo sobre qual a definição de um fork) e o segundo por simples “arredondamento”:
A frase atribuída a Mark Shuttleworth, fundador da Canonical por um tablóide inglês (como se os trablóides inglêses não tivessem um histórico de descredibilidade) foi:
“Em um mundo voltado para a internet, nós temos que ser capazes de lançar algo novo todo dia. Isto é uma área na qual colocaremos muito trabalho nos próximos cinco anos”.Bastaram essas palavras para suporem que o ciclo de desenvolvimento seria alterado para “rolling-release” (não contando mais com lançamentos semestrais portanto), mas nenhuma afirmação categórica havia sido feita neste sentido. Podia ser que isso viesse ou ainda venha acontecer??? Até pode. Mas antes de sair afirmando isso aos 4 ventos, é preciso ter certeza do que se diz.
Para confirmar o que digo, se ontem pipocavam twittes e posts afirmando tal mudança como certa, hoje já chegam declarações de sites muito mais confiáveis, dizendo justamente o contrário: um exemplo é esta manchete do confiável e tradicional site de notícias, o slashdot.org. O próprio Rick Spencer, citado na notícia do slashdot.org reafirma o noticiado em seu blog pessoal.
Por isso, fique atento. Se a mídia especializada em software livre, já tem dificuldade em entender o que de fato é software livre e como ele funciona, o que dirá a mídia menos especializada. Na dúvida, questionar parece ser sempre um bom negócio
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Linux livre?
Recebido pela lista NSLCampinas
(Antes do texto uma nota minha, uso gnu/linux principalmente por ser superior ao Sistema Operacional mais usado, não recomendo a usuários comuns que troquem seu Ubuntu por exemplo por um linux totalmente livre, ao menos não ao primeiro contato. Tentarei ao máximo usar sim, softwares totalmente livres, mas é uma opção minha, muitas vezes esse "fanatismo" fará mal a usuários que não querem aprender algo novo. Mas lembre-se, antes ter meia liberdade com alguns linux do que nenhuma liberdade com o Windows)
Linux não ficou mais Livre entre o anúncio do Linux-2.6.33-libre, em março passado, e o presente anúncio, que marca o lançamento do Linux-2.6.36-libre. Linux agora contém mais Software não-Livre, e mais drivers em seu cerne (Core) Livre que requerem, para funcionar, Software não-Livre distribuído separadamente. A boa nova é que defensores do Open Source se uniram ao Movimento Software Livre em denunciar a prática da Isca Livre, ou Open Core.
http://www.fsfla.org/anuncio/2010-03-Linux-2.6.33-libre
http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/releases/LATEST-2.6.36.0/
Simon Phipps, diretor da OSI, escreve “Open Core é Ruim para Você”, “é
uma tramóia com liberdade de software”, “é bait-and-switch,
empacotando o mesmo lock-in de sempre com a bandeira do open source e
esperando que você não perceba.” Bait-and-switch, ou iscar-e-trocar,
é uma fraude comercial em que um produto é anunciado para atrair
clientes e vender outro ao invés do anunciado.
http://blogs.computerworlduk.com/simon-says/2010/06/open-core-is-bad-...
http://en.wikipedia.org/wiki/Bait_and_switch
Andrew C. Oliver, também diretor da OSI, complementa: “Open Core deixa
o usuário do software em desvantagem da mesma maneira que todo
software privativo deixa o usuário em desvantagem”, “é meramente um
apelido para uma companhia de software privativo”, e aquelas que dão a
entender que seu “software privativo é open source ou tem as vantagens
do open source estão cometendo uma fraude.”
http://www.opensource.org/blog/OpenCore
http://www.groklaw.net/article.php?story=20100704191126134
Esta concordância entre a campanha pela Liberdade do movimento
Software Livre e vozes do Open Source numa questão de princípios
sinaliza a importância de denunciar essa prática. No entanto, a maior
parte de nossa comunidade não tem conhecimento de que Linux tem esse
problema. As distribuições mais populares de GNU+Linux, e a maioria
de seus grupos de usuários, dão pouca importância ao problema das
partes não-Livres do Linux.
Isca Livre, ou Open Core como cunhado inicialmente por Andrew Lampitt,
é uma estratégia de licenciamento que combina Software Livre e
não-Livre: o distribuidor oferece, sob termos não-Livres,
funcionalidades especiais que não estão disponíveis no cerne Livre,
tipicamente copyleft. A definição original, apresentada no contexto
de derivar benefícios como lucro ou contribuições de código, pode
parecer confusa porque mistura não-Livre e comercial, mas Isca Livre
não significa vender permissões adicionais sobre o mesmo código,
deixar outros oferecerem extensões não-Livres, ou oferecer extensões
Livres a clientes pagantes. Ao contrário, significa que um membro da
comunidade ou distribuidor do cerne Livre também oferece extensões
não-Livres para funcionarem em conjunto.
http://alampitt.typepad.com/lampitt_or_leave_it/2008/08/open-core-lic...
http://blogs.the451group.com/opensource/2010/10/20/what-is-open-core-...
http://www.fsf.org/blogs/rms/selling-exceptions
É triste dizer, Linux se encaixa na definição de Isca Livre ou Open
Core. Muitos crêem que Linux é Software Livre ou Open Source, mas não
é. De fato, a distribuição Linux-2.6.36 publicada pelo Sr. Torvalds
contém código sem fontes publicado sob termos de licenciamento
restritivos tais como “Este material está licenciado para você
estritamente para uso conjuntamente com o uso de adaptadores COPS
LocalTalk”, apresentado como uma lista de números no driver
correspondente, e “Este firmware não pode ser modificado e só pode ser
usado com hardware Keyspan” e “Derivado de código fonte privativo não
publicado, Copyright Broadcom” no subdiretório firmware, só para dar
alguns exemplos.
Apesar de os drivers correspondentes serem parte do cerne Livre e GPL,
as funcionalidades que eles pretendem oferecer só estarão disponíveis
para usuários que aceitarem o código não-Livre que o Sr. Torvalds
redistribui. Os drivers funcionam como isca, seduzindo usuários de
forma a aceitarem a privação de suas liberdades essenciais sobre o
Software não-Livre correspondente.
A maioria das distribuições de GNU+Linux segue a mesma prática:
incluem outros programas negadores de liberdade além do núcleo Linux,
enquanto continuam a se associar com os termos Software Livre e Open
Source.
Mesmo que eles, Linux inclusive, removam todos esses programas
não-Livres, enquanto mantiverem software ou documentação que induza
usuários a buscar e usar programas não-Livres, ainda serão isca.
Por favor ajude-nos a chamar a atenção dos usuários para esses
problemas e, também, a informá-los sobre as várias distribuições
Livres de GNU+Linux e Linux-libre, nossa versão Livre do núcleo Linux.
Disponível desde 21 de outubro, Linux-2.6.36-libre é Software Livre
livre de Iscas; Linux e GNU+Linux podem ser desiscados e Livres
novamente, se trabalharmos juntos nisso.
http://linux-libre.fsfla.org/
http://www.gnu.org/distros/
http://www.fsf.org/working-together/
----
== Sobre o Linux-libre
Linux-libre é um projeto mantido pela FSFLA, que publica versões
limpas de Linux, adequadas para uso em distribuições que cumpram as
Diretivas para Distribuições de Software Livre publicadas pelo projeto
GNU, e por usuários que queiram rodar versões Livres do Linux em seus
sistemas GNU. O projeto oferece scripts para limpar, fontes Livres,
binários para algumas distribuições de GNU/Linux-libre, binários
Livres para substituir com diferenças mínimas os kernels de
distribuições não-Livres de GNU/Linux: Freed-ebian e Freed-ora, e
artes gráficas com GNU e a mascote do Linux-libre: Freedo, o pinguim
azul claro, limpo, Livre e amigável ao usuário.
http://linux-libre.fsfla.org/
http://www.gnu.org/distros/
== Sobre a FSFLA
A Fundação Software Livre América Latina se uniu em 2005 à rede
internacional de FSFs, anteriormente formada pelas Free Software
Foundations dos Estados Unidos, da Europa e da Índia. Essas
organizações irmãs atuam em suas respectivas áreas geográficas no
sentido de promover os mesmos ideais de Software Livre e defender as
mesmas Liberdades para usuários e desenvolvedores de software,
trabalhando localmente mas cooperando globalmente.
http://www.fsfla.org/
----
Copyright 2010 FSFLA
Permite-se distribuição, publicação e cópia literal da íntegra deste
documento, em qualquer meio, em todo o mundo, sem pagamento de
royalties, desde que sejam preservadas a nota de copyright, a URL
oficial do documento e esta nota de permissão.
Permite-se também distribuição, publicação e cópia literal de seções
individuais deste documento, em qualquer meio, em todo o mundo, sem
pagamento de royalties, desde que sejam preservadas a nota de
copyright e a nota de permissão acima, e que a URL oficial do
documento seja preservada ou substituída pela URL oficial da seção
individual.
http://www.fsfla.org/anuncio/2010-11-Linux-2.6.36-libre-debait
--
Alexandre Oliva, freedom fighter http://FSFLA.org/~lxoliva/
You must be the change you wish to see in the world. -- Gandhi
Be Free! -- http://FSFLA.org/ FSF Latin America board member
Free Software Evangelist Red Hat Brazil Compiler Engineer
(Antes do texto uma nota minha, uso gnu/linux principalmente por ser superior ao Sistema Operacional mais usado, não recomendo a usuários comuns que troquem seu Ubuntu por exemplo por um linux totalmente livre, ao menos não ao primeiro contato. Tentarei ao máximo usar sim, softwares totalmente livres, mas é uma opção minha, muitas vezes esse "fanatismo" fará mal a usuários que não querem aprender algo novo. Mas lembre-se, antes ter meia liberdade com alguns linux do que nenhuma liberdade com o Windows)
Linux não ficou mais Livre entre o anúncio do Linux-2.6.33-libre, em março passado, e o presente anúncio, que marca o lançamento do Linux-2.6.36-libre. Linux agora contém mais Software não-Livre, e mais drivers em seu cerne (Core) Livre que requerem, para funcionar, Software não-Livre distribuído separadamente. A boa nova é que defensores do Open Source se uniram ao Movimento Software Livre em denunciar a prática da Isca Livre, ou Open Core.
http://www.fsfla.org/anuncio/2010-03-Linux-2.6.33-libre
http://linux-libre.fsfla.org/pub/linux-libre/releases/LATEST-2.6.36.0/
Simon Phipps, diretor da OSI, escreve “Open Core é Ruim para Você”, “é
uma tramóia com liberdade de software”, “é bait-and-switch,
empacotando o mesmo lock-in de sempre com a bandeira do open source e
esperando que você não perceba.” Bait-and-switch, ou iscar-e-trocar,
é uma fraude comercial em que um produto é anunciado para atrair
clientes e vender outro ao invés do anunciado.
http://blogs.computerworlduk.com/simon-says/2010/06/open-core-is-bad-...
http://en.wikipedia.org/wiki/Bait_and_switch
Andrew C. Oliver, também diretor da OSI, complementa: “Open Core deixa
o usuário do software em desvantagem da mesma maneira que todo
software privativo deixa o usuário em desvantagem”, “é meramente um
apelido para uma companhia de software privativo”, e aquelas que dão a
entender que seu “software privativo é open source ou tem as vantagens
do open source estão cometendo uma fraude.”
http://www.opensource.org/blog/OpenCore
http://www.groklaw.net/article.php?story=20100704191126134
Esta concordância entre a campanha pela Liberdade do movimento
Software Livre e vozes do Open Source numa questão de princípios
sinaliza a importância de denunciar essa prática. No entanto, a maior
parte de nossa comunidade não tem conhecimento de que Linux tem esse
problema. As distribuições mais populares de GNU+Linux, e a maioria
de seus grupos de usuários, dão pouca importância ao problema das
partes não-Livres do Linux.
Isca Livre, ou Open Core como cunhado inicialmente por Andrew Lampitt,
é uma estratégia de licenciamento que combina Software Livre e
não-Livre: o distribuidor oferece, sob termos não-Livres,
funcionalidades especiais que não estão disponíveis no cerne Livre,
tipicamente copyleft. A definição original, apresentada no contexto
de derivar benefícios como lucro ou contribuições de código, pode
parecer confusa porque mistura não-Livre e comercial, mas Isca Livre
não significa vender permissões adicionais sobre o mesmo código,
deixar outros oferecerem extensões não-Livres, ou oferecer extensões
Livres a clientes pagantes. Ao contrário, significa que um membro da
comunidade ou distribuidor do cerne Livre também oferece extensões
não-Livres para funcionarem em conjunto.
http://alampitt.typepad.com/lampitt_or_leave_it/2008/08/open-core-lic...
http://blogs.the451group.com/opensource/2010/10/20/what-is-open-core-...
http://www.fsf.org/blogs/rms/selling-exceptions
É triste dizer, Linux se encaixa na definição de Isca Livre ou Open
Core. Muitos crêem que Linux é Software Livre ou Open Source, mas não
é. De fato, a distribuição Linux-2.6.36 publicada pelo Sr. Torvalds
contém código sem fontes publicado sob termos de licenciamento
restritivos tais como “Este material está licenciado para você
estritamente para uso conjuntamente com o uso de adaptadores COPS
LocalTalk”, apresentado como uma lista de números no driver
correspondente, e “Este firmware não pode ser modificado e só pode ser
usado com hardware Keyspan” e “Derivado de código fonte privativo não
publicado, Copyright Broadcom” no subdiretório firmware, só para dar
alguns exemplos.
Apesar de os drivers correspondentes serem parte do cerne Livre e GPL,
as funcionalidades que eles pretendem oferecer só estarão disponíveis
para usuários que aceitarem o código não-Livre que o Sr. Torvalds
redistribui. Os drivers funcionam como isca, seduzindo usuários de
forma a aceitarem a privação de suas liberdades essenciais sobre o
Software não-Livre correspondente.
A maioria das distribuições de GNU+Linux segue a mesma prática:
incluem outros programas negadores de liberdade além do núcleo Linux,
enquanto continuam a se associar com os termos Software Livre e Open
Source.
Mesmo que eles, Linux inclusive, removam todos esses programas
não-Livres, enquanto mantiverem software ou documentação que induza
usuários a buscar e usar programas não-Livres, ainda serão isca.
Por favor ajude-nos a chamar a atenção dos usuários para esses
problemas e, também, a informá-los sobre as várias distribuições
Livres de GNU+Linux e Linux-libre, nossa versão Livre do núcleo Linux.
Disponível desde 21 de outubro, Linux-2.6.36-libre é Software Livre
livre de Iscas; Linux e GNU+Linux podem ser desiscados e Livres
novamente, se trabalharmos juntos nisso.
http://linux-libre.fsfla.org/
http://www.gnu.org/distros/
http://www.fsf.org/working-together/
----
== Sobre o Linux-libre
Linux-libre é um projeto mantido pela FSFLA, que publica versões
limpas de Linux, adequadas para uso em distribuições que cumpram as
Diretivas para Distribuições de Software Livre publicadas pelo projeto
GNU, e por usuários que queiram rodar versões Livres do Linux em seus
sistemas GNU. O projeto oferece scripts para limpar, fontes Livres,
binários para algumas distribuições de GNU/Linux-libre, binários
Livres para substituir com diferenças mínimas os kernels de
distribuições não-Livres de GNU/Linux: Freed-ebian e Freed-ora, e
artes gráficas com GNU e a mascote do Linux-libre: Freedo, o pinguim
azul claro, limpo, Livre e amigável ao usuário.
http://linux-libre.fsfla.org/
http://www.gnu.org/distros/
== Sobre a FSFLA
A Fundação Software Livre América Latina se uniu em 2005 à rede
internacional de FSFs, anteriormente formada pelas Free Software
Foundations dos Estados Unidos, da Europa e da Índia. Essas
organizações irmãs atuam em suas respectivas áreas geográficas no
sentido de promover os mesmos ideais de Software Livre e defender as
mesmas Liberdades para usuários e desenvolvedores de software,
trabalhando localmente mas cooperando globalmente.
http://www.fsfla.org/
----
Copyright 2010 FSFLA
Permite-se distribuição, publicação e cópia literal da íntegra deste
documento, em qualquer meio, em todo o mundo, sem pagamento de
royalties, desde que sejam preservadas a nota de copyright, a URL
oficial do documento e esta nota de permissão.
Permite-se também distribuição, publicação e cópia literal de seções
individuais deste documento, em qualquer meio, em todo o mundo, sem
pagamento de royalties, desde que sejam preservadas a nota de
copyright e a nota de permissão acima, e que a URL oficial do
documento seja preservada ou substituída pela URL oficial da seção
individual.
http://www.fsfla.org/anuncio/2010-11-Linux-2.6.36-libre-debait
--
Alexandre Oliva, freedom fighter http://FSFLA.org/~lxoliva/
You must be the change you wish to see in the world. -- Gandhi
Be Free! -- http://FSFLA.org/ FSF Latin America board member
Free Software Evangelist Red Hat Brazil Compiler Engineer
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Apenas letras com Regex e idioma brasileiro....
As vezes surge a necessidade(aka pedidos de cliente) de permitir que o usuário digita apenas letras em algum textarea. Para quem conhece expressão regular, sabe que vai ser um trabalho fácil, né? Bom, não exatamente. A lista para pegar apenas letras seria: [a-zA-Z]. A expressão regular com lista, pega os caracteres em ordem do ASCII, o problema é que entre a e z só ficam as letras comuns, sem acentos. Ou seja, se você estiver fazendo um site em inglês, provavelmente poderá usar a opção acima em Javascript, mas um em portugês =/.
Algumas linguagens aceitam expressão regular com o padrão POSIX, com ele seria possivel escrever [:alpha:] e magicamente TODAS as letras estariam incluidas, inclusive as acentuadas, mas em javascript não é possível.
Para resolver esse problema eu decidi dar uma pesquisada em funções que transformar o char em seu respectivo "int" do ASCII. Descobri que as letras acentuadas ficam de 225 a 250. Logo, se ao transformar "a letra em número" ela ficar for maior ou igual a 225 e menor ou igual a 250 então ela é uma letra válida e não um outro caracter qualquer.
Pronto, o grande problema desse caso foi resolvido =D. Para ver como fiz com o http://xregexp.com(uma "lib" de regex muito boa para js), clique aqui ;)
Algumas linguagens aceitam expressão regular com o padrão POSIX, com ele seria possivel escrever [:alpha:] e magicamente TODAS as letras estariam incluidas, inclusive as acentuadas, mas em javascript não é possível.
Para resolver esse problema eu decidi dar uma pesquisada em funções que transformar o char em seu respectivo "int" do ASCII. Descobri que as letras acentuadas ficam de 225 a 250. Logo, se ao transformar "a letra em número" ela ficar for maior ou igual a 225 e menor ou igual a 250 então ela é uma letra válida e não um outro caracter qualquer.
Pronto, o grande problema desse caso foi resolvido =D. Para ver como fiz com o http://xregexp.com(uma "lib" de regex muito boa para js), clique aqui ;)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Você sabe a diferença entre Estagiário e Trainee?

Quando estamos na faculdade, ouvimos algumas palavras e frases que são corriqueiras (ao meu ver) em todos os cursos: Você trabalha na área (goleiro ou atacante?) ou você esta fazendo estágio? Mas vocês já ouviram a palavra Trainee?
Bem, a diferença do Estagiário e do Trainee não é apenas o salário que pode ser até 4 vezes maior para o trainee. A diferença básica entre os dois é que o estagiário é pago para trabalhar mas não é funcionário contratado e o Trainee é pago para aprender a gerenciar, tem carteira assinada e todos os outros benefícios. Explico:
O Estagiário não tem carteira assinada - recebe auxilio bolsa - o tempo de contratação é de no mínimo de 6 meses podendo ser prolongado, os benefícios podem ou não existir - o único obrigatório é o Seguro de acidentes. O estagiário esta em fase de estudos e esta em fase de amadurecimento e aprendizado prático.
O Trainee por sua vez e na maioria das vezes (eu disse maioria) é o recém formado na faculdade que já tem certa experiência na área e que entrou na empresa para aprender e ocupar um cargo importante na empresa, este Trainee tem carteira assinada com todos os benefícios que lhe são inerentes ao cargo. Normalmente o plano de carreira do trainee consiste que dentro de 5 anos ele vá ocupar um cargo de gerência dentro da empresa, o Trainee ou chega a ser gerente ou rua. É claro que para tanto há uma seleção bastante disputada pela vaga de trainee que pode chegar em muitos casos a 6000 concorrentes para cada vaga. Entre os melhores benefícios que o trainee pode ter são os de: cursos providos pela empresa e viagens para o exterior com tudo pago.
Mas os tempos estão mudando, as empresas estão cada vez mais reaproveitando as suas pratas da casa ou seja, as empresas muitas vezes percebendo o potencial do Estagiário o coloca na disputa de uma vaga de Trainee, justamente por ele já conhecer a empresa, mas não é só isso que é levado em conta, outros atributos são muito bem vistos para quem quer disputar uma vaga de Trainee ou até mesmo de estágio, são eles:
- criatividade
- boa comunicação
- flexibilidade
- capacidade de análise
- liderança
- bom relacionamento interpessoal
- facilidade para trabalhar em equipe
Então independente de ser estagiário ou trainee, seja competente e sempre apresente algo mais do que lhe pedem, não finque os seus objetivos apenas no que a tarefa pede, tenha visão e olhe além.
E como o "Buzz Lightyear" já dizia "Para o infinito e Além!"