Enquanto o interpretador lê linha por linha do código-fonte cada vez que é executada, o compilador lê o código uma vez e o transforma em um código-binário(também conhecido como código objeto) que é o "dialeto" da máquina. Pelo arquivo compilado já estar na linguagem da máquina, não é necessário instalar nenhum outro programa para rodar o aplicativo, diferente do código interpretado que requer o uso do interpretador toda vez que o software for usado.
No interpretador, toda mudança feita no código-fonte altera o funcionamento do software, o que facilita muito a edição do programa. No compilador acontece justamente o contrário, qualquer mudança no código-fonte não ira alterar em nada o software. Para alterar o aplicativo será necessário "re-compilar" o código-fonte e substituir o código-objeto anterior.
As vantagens de cada modelo são geralmente separadas desta maneira:
- Compiladores:
- A execução do programa é mais rápida.
- Permite otimização do código por parte do compilador
- Interpretadores
- Consomem menos memória.
- Alteração mais rápida.
- Resultado imediato do programa/rotina.
Fonte: C Completo e Total - 3ª edição - Herbert Schildt
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